19 de nov. de 2007

O vazio das coisas.


É indiferente...
Não pode ser preenchido, cheio demais
A demasiada palavra encanta mentes
Há limites entre razão e coração
Mas eu sei que eu, posso ir ao céu e ao inferno usando o palavrar.
E é justamente por isso, que me cuido na hora de abrir a boca se estiver de mente fechada.

17 de nov. de 2007

Na semana passada


Me lembro de ontem

Quando a ingenuidade estava quando abria a boca

Piscavam os olhos e os dentes sorriam

Queria não ter crescido tanto

E brincado de ser feliz mais um pouco.



Quando eu falava e as pessoas respondiam

Quando eu chorava e as pessoas acudiam

Quando eu sorria e as pessoas sorriam

Era diferente

Quimérico talvez ...


Diogo E. Castro

12 de nov. de 2007

A falta é a obstinação dos pobres de espírito.


Diogo E. de Castro
"O Haver"

Vinícius de Morais

8 de nov. de 2007

Um pouco de calma

Agonia, uma afoita a vida

Uma repulsa do futuro

E certo medo de viver

Sem medo de morrer.



Diogo E. de Castro

25 de out. de 2007

Decepção.


Cri em tempestades de ventos

Tomei chuva quente

Desalento de pessoas

Uma cidade apagada de cruzes

Mares revoltos de vaidades

A luz que se propaga

Não é a mesma que se navega em águas.





Diogo E. de Castro

Estrelia.



Um olhar sobre a luneta

Terra seca

Uma vida que se abre, uma flor que desabrocha

Naveguemos em órbita luz

Alcançaremos as estrelas

E assim direis:

-Estas brilham mais em vida quem em morte.




Diogo E. de Castro